tanta flor.
tanta...
cada flor que violetar
eu vou
pirueta,dança, canto,interpretar
o seu reino
o seu destino
o brilho,o som..
estilo isabel apaixonada
estilo você perto de mim
cais,mar,chuva e outono
invade minha canção,
ama o meu flerte,
diz que o tempo é agora
e o amor nos diz que o sol de outono
é como amorindecifrável
escondido perdura,
amando em face nua
de olhos de índio a sonhos de rotina
o amor é como criança em salto trampulim
salsa vaga em fins de dia
e riso perdido em flor,
girassóis...
giram pernas
giram barcos
giram palavras em sal do mar
em danças,
turbinas!
em outono
me ditas!
como o amor é sol de outono...
que de tanto querer
há de cessar,e dizer
invada o céu que vem em abril
que de março já me cansei.
vem dançar nas festas de copa
cabana...
aonde o leme é ponta da fruta
pontal do sossego em que perdura
o meu coração em plena mansidão
meu coração...
a criatividade é insana..
luz.
abril.
domingo, 5 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
faróis de vivência.
vivência.
dia com dia
dia com dia
dia com dia
luz do metrô.
já são faróis de outono
100 metros
virar 100 metros á direita,para a barra, virar á esquerda.
sol com chuva
chuva chuva
sol, dia nublado.
calmatrânsitocalmatrânsito.
calma....
calma!
vagner dizia que o maior dos mistérios é o porque de o homem ou objetos não caberem dentro da mesma coisa ou espaço...
- então por que o espaço não cabe inteiro dentro do homem ?-dizia vagner.
-menino..se te ensinaram assim não me venha com perguntas tolas...-alguém disse a Vagner.
vagner era um homem.vagner era um homem.
ele sempre dizia que o homem é um vão de cores.
e essas cores são tão intensas que chegam a brilhar como olhos de tigre.
vagner sonhava todas as noites e dizia...
como duas coisas não cabem em um mesmo espaço?
cores.
olhos.
brilhos.
vagner vagalumiava pelos corredores das estações.
vagner vão.
vagner.
2 dias, 1 hora, sem tempo.
ele procurava sentido nas calhas de chuva,nos prédios em construção e no porteiro do seu prédio.
vagner pegava sua caixa de objetos coloridos e não entendia!
como pode o meu triângulo não caber dentro do espaço redondo do meu trenzinho?
vagner segurava a mão de sua bela mãe enquanto competia com a bolsa gigante logo a cima dele e o barulho do salto da bela mãe.
mesmo depois de grande vagner continuava na sua infinita busca..
se dois objetos,seres ou coisas por fim não cabem no mesmo espaço..
como pode ele amar duas pessoas ao mesmo tempo?
como podem dois corações serem totalmente vazios?
como pode tudo não ter cabimento simples?
caimento simples..
explicação simples..
vagner..vagalumia, pelo corredor iluminado do mergulhão.
vagner ama vanessa,valquíria e também roberto.
Roberto era um homem.Vagner era um homem.
cores.
olhos.
brilhos.
vagner vagalumiava pelos corredores das estações.
vagner vão.
vagner.
dia com dia
dia com dia
dia com dia
luz do metrô.
já são faróis de outono
100 metros
virar 100 metros á direita,para a barra, virar á esquerda.
sol com chuva
chuva chuva
sol, dia nublado.
calmatrânsitocalmatrânsito.
calma....
calma!
vagner dizia que o maior dos mistérios é o porque de o homem ou objetos não caberem dentro da mesma coisa ou espaço...
- então por que o espaço não cabe inteiro dentro do homem ?-dizia vagner.
-menino..se te ensinaram assim não me venha com perguntas tolas...-alguém disse a Vagner.
vagner era um homem.vagner era um homem.
ele sempre dizia que o homem é um vão de cores.
e essas cores são tão intensas que chegam a brilhar como olhos de tigre.
vagner sonhava todas as noites e dizia...
como duas coisas não cabem em um mesmo espaço?
cores.
olhos.
brilhos.
vagner vagalumiava pelos corredores das estações.
vagner vão.
vagner.
2 dias, 1 hora, sem tempo.
ele procurava sentido nas calhas de chuva,nos prédios em construção e no porteiro do seu prédio.
vagner pegava sua caixa de objetos coloridos e não entendia!
como pode o meu triângulo não caber dentro do espaço redondo do meu trenzinho?
vagner segurava a mão de sua bela mãe enquanto competia com a bolsa gigante logo a cima dele e o barulho do salto da bela mãe.
mesmo depois de grande vagner continuava na sua infinita busca..
se dois objetos,seres ou coisas por fim não cabem no mesmo espaço..
como pode ele amar duas pessoas ao mesmo tempo?
como podem dois corações serem totalmente vazios?
como pode tudo não ter cabimento simples?
caimento simples..
explicação simples..
vagner..vagalumia, pelo corredor iluminado do mergulhão.
vagner ama vanessa,valquíria e também roberto.
Roberto era um homem.Vagner era um homem.
cores.
olhos.
brilhos.
vagner vagalumiava pelos corredores das estações.
vagner vão.
vagner.
sexta-feira, 27 de março de 2009
magic numbers of the streets
casa,saka?
caixote caixote caixote.
três,
e um menino.
um pano sujo,vestido em sujismundo.
um homem,
um cão;
100 cães.
um homem,
10 dias sem banho.
20
dias sem banho.
100 dias sem banho...
um cão?
100 cães.
1 dia sem banho.
3 dias sem banho,
um cão?
100 homens.
300 caixotes.
100 panos sujos.
100 banhos,
sem dias,
20 homens,
20 panos sujos,sujismundo!
10 dias sem banho.
de par em par.
homens,
cães,
cães e homens.
cães com homens,e homens com caixotes.
dois caixotes
mil homens
e
9 formas de consertar
9 e 1000 formas de interpretar.
a criatividade é insana,copacabana.
caixote caixote caixote.
três,
e um menino.
um pano sujo,vestido em sujismundo.
um homem,
um cão;
100 cães.
um homem,
10 dias sem banho.
20
dias sem banho.
100 dias sem banho...
um cão?
100 cães.
1 dia sem banho.
3 dias sem banho,
um cão?
100 homens.
300 caixotes.
100 panos sujos.
100 banhos,
sem dias,
20 homens,
20 panos sujos,sujismundo!
10 dias sem banho.
de par em par.
homens,
cães,
cães e homens.
cães com homens,e homens com caixotes.
dois caixotes
mil homens
e
9 formas de consertar
9 e 1000 formas de interpretar.
a criatividade é insana,copacabana.
quinta-feira, 19 de março de 2009
OUTONO 19/03/09
o amor é como o gosto da água.
você nunca esconde o desejo,e deveria gritar,atire na luz!
você faz,você ama,você deve:
sentir,cheirar,controlar.
ao invés do azul,o outono e o cinza.
você é o dia nublado
e você o sente.
seque suas roupas...
as faça ficar cheirosas,macias e confortáveis ao toque.
e assim também o seu coração.
cante.
faça a sua voz.
mas não esqueça de que o dono da voz não pode ser a voz do dono.
não faça o amor ser um lindo edíficio azul.
desejando ser branco.
como o gosto da água.
*se você for a voz do dono nunca controlará suas emoções...
se quiser passá-las pegue uma caneta,um microfone ou deite pra sonhar.
não se pode ser algo que não é,e nem deve-se deixar,ou se culpar por sentir coisas que não quer.
o natural não é pecado.
as interpretações feitas pelo homem,fazem dele,uma tela para o mundo.
onde se mostra o que se convém.
você nunca esconde o desejo,e deveria gritar,atire na luz!
você faz,você ama,você deve:
sentir,cheirar,controlar.
ao invés do azul,o outono e o cinza.
você é o dia nublado
e você o sente.
seque suas roupas...
as faça ficar cheirosas,macias e confortáveis ao toque.
e assim também o seu coração.
cante.
faça a sua voz.
mas não esqueça de que o dono da voz não pode ser a voz do dono.
não faça o amor ser um lindo edíficio azul.
desejando ser branco.
como o gosto da água.
*se você for a voz do dono nunca controlará suas emoções...
se quiser passá-las pegue uma caneta,um microfone ou deite pra sonhar.
não se pode ser algo que não é,e nem deve-se deixar,ou se culpar por sentir coisas que não quer.
o natural não é pecado.
as interpretações feitas pelo homem,fazem dele,uma tela para o mundo.
onde se mostra o que se convém.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Save,porto seguro.
Poesia feita há mais de dois anos, creio que era outono.
Oyasuminasai.
Save, porto seguro.
Um barco no oceano é a chegada em um porto,
Mas a solidão em um homem é um barco em alto mar.
E há quem diga que tudo pode ser refeito.
Há quem sinta o cheiro de rosas veraneias em pleno outono chuvoso.
Há postes e luzes se sobressaindo pelo frio da noite...
Onde nenhum cavalheiro se põe a falar sobre o dia de sol.
Ah se todos circulassem pelo mesmo caminho...
Viriam que a sós se confundem mais que viajantes em terras distintas.
Se todos os viajantes entendessem de que é de porto em porto
que um navio se aporta em plena segurança...
Mas um navio não ficará para sempre em um porto...
Pois não é pra isso que um navio é feito;
Madeira sobre madeira.
Junta sobre junta.
Aço sobre aço.
Em cada esquina do mundo um poste.
A cada choro irradio um sonhador...
Uma solidão, um viajante, um barco, um porto.
Mas que adiantaria a segurança de um porto
Comparada ao indelicado desejo de viver?
O destino faz rotas como um barco.
E se esvai em linhas, como oceanos a se encontrar.
Um barco no oceano é a chegada em um porto,
Mas a solidão em um homem é um barco em alto mar.
Oyasuminasai.
Save, porto seguro.
Um barco no oceano é a chegada em um porto,
Mas a solidão em um homem é um barco em alto mar.
E há quem diga que tudo pode ser refeito.
Há quem sinta o cheiro de rosas veraneias em pleno outono chuvoso.
Há postes e luzes se sobressaindo pelo frio da noite...
Onde nenhum cavalheiro se põe a falar sobre o dia de sol.
Ah se todos circulassem pelo mesmo caminho...
Viriam que a sós se confundem mais que viajantes em terras distintas.
Se todos os viajantes entendessem de que é de porto em porto
que um navio se aporta em plena segurança...
Mas um navio não ficará para sempre em um porto...
Pois não é pra isso que um navio é feito;
Madeira sobre madeira.
Junta sobre junta.
Aço sobre aço.
Em cada esquina do mundo um poste.
A cada choro irradio um sonhador...
Uma solidão, um viajante, um barco, um porto.
Mas que adiantaria a segurança de um porto
Comparada ao indelicado desejo de viver?
O destino faz rotas como um barco.
E se esvai em linhas, como oceanos a se encontrar.
Um barco no oceano é a chegada em um porto,
Mas a solidão em um homem é um barco em alto mar.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
nada fica depois do sol.
A febre já passou.
deixa eu ver o sol,levantar desse colchão.
ver com os olhos da cara
assistir de camarote ás 5 a mais bela visão
doença não é nada não
o amor sempre desbota meu irmão
como um barco a navegar
uma ave a voar
eu vou com meus pes ver o sol sair
cambaleando de suor
mas forte como um cão
a prisão do alto mar ja se abriu depois das 5
e eu continuo com meu bote
e os remos a mão.
Vamos passear alem do mar
molhar o suor e secar os olhos
nada fica depois do sol
e a lua traz as estrelas que caem no mar.
Eu feliz e forte como um cão
meu sorriso é um outdoor cor de rosa
como diria o cantor de bolero
com os meus sapatos meus pés vão a se encaixar
e as minhas medeixas continuam a brilhar
sobre o sol em seu por de sol.
deixa eu ver o sol,levantar desse colchão.
ver com os olhos da cara
assistir de camarote ás 5 a mais bela visão
doença não é nada não
o amor sempre desbota meu irmão
como um barco a navegar
uma ave a voar
eu vou com meus pes ver o sol sair
cambaleando de suor
mas forte como um cão
a prisão do alto mar ja se abriu depois das 5
e eu continuo com meu bote
e os remos a mão.
Vamos passear alem do mar
molhar o suor e secar os olhos
nada fica depois do sol
e a lua traz as estrelas que caem no mar.
Eu feliz e forte como um cão
meu sorriso é um outdoor cor de rosa
como diria o cantor de bolero
com os meus sapatos meus pés vão a se encaixar
e as minhas medeixas continuam a brilhar
sobre o sol em seu por de sol.
Não se afobe não...
As quartas me são como um calo
Um vínculo ao só e o desapego as virtudes.
Quartas são como a morte do pensamento
e o breve pensar do coração.
Quartas são como a culpa em uma alma lavada,
são como o café que espera quente ao meu lado.
como a paciência menos que a minha de se esfriar.
........"Não se afobe não que nada é pra já,o amor não tem pressa ele pode esperar em silêncio"...
Na espera restante,no múltiplo tempo
Em lugares opostos
E m mundos estelares
Em gestos noturnos
Em copos profundos
Em solidão,á beira do toque.
Já fiz tantas palavras,já cantei e encantei quantos seres.
Aquele pedaço de pó branco garrado no canto da janela
É como o amor que ainda resta.
Quando se aprende a amar de novo.
Quando se fazem sóis e risos em meio a um oceano atlântico.
Quando se quer mais que se pode e quando se engana mais que perfeitamente.
Quando se morre.
E vê.
Que a morte,foi certa.
Era pra ser.Pra sempre.
Paixão de grande ala,a beirada do abismo á fonte.
Era pra ser eu e você,mas o orgulho me visitou
e disse.paz,ao seu coração.
O medo se fez conta,se fez análise e pranto em nota.
O orgulho dói.
E ele só vem quado se chama e se vê que o acaso não se via em undos,não se queria dividir,não se fazia absurdo.
seria assim melhor calar-se,e se ver contemplando um sorriso que não é seu, nem parte do seu...
e mesmo assim de tanto amor a felicidade é serena objetiva e mórbida...
Não se afobe não...
Um vínculo ao só e o desapego as virtudes.
Quartas são como a morte do pensamento
e o breve pensar do coração.
Quartas são como a culpa em uma alma lavada,
são como o café que espera quente ao meu lado.
como a paciência menos que a minha de se esfriar.
........"Não se afobe não que nada é pra já,o amor não tem pressa ele pode esperar em silêncio"...
Na espera restante,no múltiplo tempo
Em lugares opostos
E m mundos estelares
Em gestos noturnos
Em copos profundos
Em solidão,á beira do toque.
Já fiz tantas palavras,já cantei e encantei quantos seres.
Aquele pedaço de pó branco garrado no canto da janela
É como o amor que ainda resta.
Quando se aprende a amar de novo.
Quando se fazem sóis e risos em meio a um oceano atlântico.
Quando se quer mais que se pode e quando se engana mais que perfeitamente.
Quando se morre.
E vê.
Que a morte,foi certa.
Era pra ser.Pra sempre.
Paixão de grande ala,a beirada do abismo á fonte.
Era pra ser eu e você,mas o orgulho me visitou
e disse.paz,ao seu coração.
O medo se fez conta,se fez análise e pranto em nota.
O orgulho dói.
E ele só vem quado se chama e se vê que o acaso não se via em undos,não se queria dividir,não se fazia absurdo.
seria assim melhor calar-se,e se ver contemplando um sorriso que não é seu, nem parte do seu...
e mesmo assim de tanto amor a felicidade é serena objetiva e mórbida...
Não se afobe não...
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